terça-feira, 24 de julho de 2012

Ode Marítima por Diogo Infante

Demasiado complexa e longa para assimilar tudo confesso, e talvez dispensasse um pouco do acompanhamento de João Gil, porque o que Diogo Infante fazia bastava por si só, e tirou-me a respiração, mérito deste e do mestre que ele lia. Para ver de novo numa sala fechada. Para aplaudir de pé.

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